
Posso não ser o infinito que te exalta,
Posso ter amarras que me prendem a uma pobre humanidade,
Mas,
Conheço sobejamente a minha vontade,
Em que águas me desejo afogar,
Em que peito sonho terminar!
Posso ter amarras que me prendem a uma pobre humanidade,
Mas,
Conheço sobejamente a minha vontade,
Em que águas me desejo afogar,
Em que peito sonho terminar!
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