
Á flor da pele me planto semente.
Em cada pedaço dessa terra quero criar raízes,
Na aridez suave desse corpo criarei raízes.
Mas os ventos que assolam a alma e me fustigam,
Trazem o frio do vento norte,
A neblina gelada da ausência.
A ausência…
Esta é uma realidade minha imutável.
À flor da pele me amortalho louco e sano,
Descansadamente esgotado pela espera do brotar.
Á flor da pele…dessa pele seca pelo sal do mar!
Metafisicamente seca!
Foi á flor da pele que tatuei teu nome,
Com agulhas de beijos recusados,
Brotado de lábios de mordaça
Mas foi á flor da pele, da tua pele de alva seda,
Que humanamente, renasci flor de cacto!
Em cada pedaço dessa terra quero criar raízes,
Na aridez suave desse corpo criarei raízes.
Mas os ventos que assolam a alma e me fustigam,
Trazem o frio do vento norte,
A neblina gelada da ausência.
A ausência…
Esta é uma realidade minha imutável.
À flor da pele me amortalho louco e sano,
Descansadamente esgotado pela espera do brotar.
Á flor da pele…dessa pele seca pelo sal do mar!
Metafisicamente seca!
Foi á flor da pele que tatuei teu nome,
Com agulhas de beijos recusados,
Brotado de lábios de mordaça
Mas foi á flor da pele, da tua pele de alva seda,
Que humanamente, renasci flor de cacto!